Abre A Janela Zé Guilherme Canta Orlando Silva

 

O terceiro CD do intérprete Zé Guilherme é uma homenagem a Orlando Silva, um dos mais importantes nomes da música popular brasileira que completaria 100 anos em 2015.




Vídeos

Show no Bistrô Esmeralda

Discografia

Tempo Ao Tempo

Este é o segundo CD do cantor Zé Guilherme, cujo repertório, em sua interpretação muito particular, traduz a diversidade da produção musical brasileira recente. Às raízes cearenses do cantor, misturam-se, em Tempo ao Tempo, o som e o sabor de cada um dos minutos vividos na metrópole, bem como o contato com sua cena musical rica e vibrante. Em todas as canções, há o que é genuinamente sentimento humano. Ora denso e profundo, ora leve e epidérmico, ora divino, ora do mundo. No labirinto do tempo, Zé Guilherme equaciona os seus momentos. Canta, ama, reza, dança, ri. Dia a dia, paciente, persistente, exigente e obstinado, esculpe seu talento. Isso é Tempo ao Tempo. O trabalho conta com participação especial da cantora Vania Abreu que interpreta com Zé Guilherme a canção “Caminhos do Coração” (Gonzaguinha).




Recipiente

Recipiente revela a união do popular e do pop na voz de um intérprete ávido por trilhar novos caminhos dentro da música brasileira. Cearense com sotaque cosmopolita, o cantor Zé Guilherme apresenta um repertório bem escolhido, variado e assinado por compositores da novíssima safra nacional. Recipiente é uma viagem prazerosa por criações poéticas de bom gosto, ritmos diversos (que trazem desde um boi bumbá a baladas pops) e uma instrumentação afinada que dialoga plenamente com o suingue do intérprete.




Biografia

Nasci em Juazeiro do Norte , uma pequena cidade da Região do Cariri, no sul do Estado do Ceará. Sou o primeiro de quatro filhos homens e apesar de não haver nascido em uma família de músicos, vivi sempre rodeado de música “por todos os lados”. Minha mãe, Terezinha, paraibana, cantora amadora, foi a primeira voz humana cantada que conheci e de quem herdei o gosto pela música, o amor à vida e às pessoas. Vivia sempre cantando. Quando alegre para ficar mais alegre, quando triste para espantar a tristeza e quando nem alegre nem triste, só pelo prazer de cantar. Não perdia a oportunidade de mostrar a voz e se tivesse tido possibilidade teria se tornado cantora profissional. Com ela conheci as canções de Orlando Silva, Dalva de Oliveira, Ângela Maria, Maísa, entre tantas outras. Ainda hoje quando sinto saudades de casa e penso em minha mãe fico imaginando em que lugar da casa ela estaria, como sempre, cantarolando uma canção. Ouço uma canção e a saudade ameniza. Meu pai, Edmilson, cearense, motorista profissional, foi o primeiro homem honrado e trabalhador que conheci e com quem aprendi o sentido das palavras trabalho, caráter e honestidade. Pai amoroso, carinhoso e protetor. Adorava Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Nelson Gonçalves, Orlando Silva, Marinês, entre outros. Ainda hoje, quando sinto saudades de casa e penso em meu pai, lembro que com ele aprendi a gostar de dançar ao som do rádio, na sala de casa. Um “pé de valsa” que me ensinou os primeiros passos de dança de salão. Danço um coco do Jackson e a saudade se esvai.

Participação no Sr. Brasil, da TV Cultura

Show de Lançamento Abre a Janela

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